O empate sem gols com o Santa Fe deixou a vaga aberta, mas os dados da partida mostram um Vasco capaz de progredir com a bola e competir fora de casa.
Volume ofensivo na primeira etapa
O Vasco finalizou nove vezes no primeiro tempo em Bogotá. Foi o maior número de chutes da equipe em uma etapa inicial como visitante em competições da CONMEBOL desde pelo menos 2013.
A equipe cresceu depois dos minutos iniciais e criou chances com Spinelli, além de ameaçar em bolas paradas. O gol não saiu, mas o desempenho evitou que o Santa Fe controlasse o jogo apenas com a força do mando.
Drible como ferramenta de progressão
Nenhuma equipe tentou mais dribles do que o Vasco na atual Sul-Americana: são 233. Contra o Santa Fe, o time completou dez em 14 tentativas, aproveitamento de 71,4%, o melhor registrado em uma partida da edição.
O Cruz-Maltino também alcançou 301 conduções de mais de dez metros até a linha de fundo, atrás somente do Red Bull Bragantino no torneio. Ramón Rique somou oito recuperações, sua melhor marca em jogos da CONMEBOL.
Como transformar números em classificação
Em São Januário, o desafio será converter progressão e posse em finalizações mais limpas. O Santa Fe sofreu gols em apenas uma de suas cinco partidas nesta Sul-Americana e mostrou novamente uma defesa resistente.
Qualquer vitória classifica o Vasco; empate leva aos pênaltis. A volta em 15 de setembro coloca frente a frente a capacidade vascaína de avançar com a bola e a consistência defensiva do time colombiano.
Fontes consultadas
Imagem destacada: CONMEBOL Sudamericana. Uso editorial com crédito e link para a fonte oficial.

