Botafogo sofre 6 a 1 na altitude e vive missão quase impossível na Sul-Americana

Botafogo sofre 6 a 1 na altitude e vive missão quase impossível na Sul-Americana

O Botafogo sofreu uma derrota histórica por 6 a 1 para o Cienciano, no Peru, e ficou muito perto da eliminação da Sul-Americana. A altitude foi um componente do jogo, mas não explica sozinha a desorganização apresentada pela equipe.

O que o Botafogo precisa na volta?

Para levar a decisão aos pênaltis, o time carioca precisa vencer por cinco gols de diferença. Uma vitória por seis ou mais garante a classificação direta. Qualquer outro resultado elimina o clube.

O tamanho da desvantagem obriga uma postura agressiva desde o início, mas atacar de forma desordenada pode oferecer ainda mais espaços ao Cienciano.

Pressão sobre o comando técnico

A goleada aumentou as críticas a Franclim Carvalho. Torcedores cobraram mudanças, enquanto o treinador reconheceu a gravidade do resultado. A diretoria terá de avaliar não apenas a competição continental, mas também o impacto da atuação na sequência do Brasileirão.

Como tentar uma reação?

O primeiro objetivo é marcar cedo sem sofrer. Bolas paradas, pressão pós-perda e amplitude podem ajudar a criar volume. Mesmo que a remontada não aconteça, uma resposta competitiva é necessária para recuperar confiança e reduzir a crise.

Mais do que um tropeço, o 6 a 1 virou um teste de estrutura e liderança para o Botafogo.

Fontes: Terra/RTI Esporte e 365Scores.

Foto real: Famacruz/Wikimedia Commons (CC0). O tema pode ajustar apenas o recorte e a proporção.