O Corinthians voltou da Argentina com um empate sem gols diante do Rosario Central. Em uma partida de poucas chances claras, Hugo Souza apareceu nos momentos de maior pressão e manteve a série aberta para a Neo Química Arena.
O que funcionou na Argentina?
A equipe conseguiu reduzir os espaços de Ángel Di María e evitou que o Rosario transformasse a posse em volume constante dentro da área. Quando o time argentino encontrou finalizações, o goleiro corintiano respondeu com segurança.
A expulsão de Allan na reta final aumentou a dificuldade, mas o sistema defensivo resistiu. O ponto de atenção está na criação: o Corinthians produziu pouco e terá de ser mais agressivo diante de sua torcida.
Como fica a volta?
Uma vitória simples classifica o Corinthians. Se houver novo empate, a decisão vai para os pênaltis. O apoio da torcida é importante, porém não elimina a necessidade de controlar as transições do Rosario e evitar faltas próximas da área.
Hugo Souza como personagem
Além das defesas, o goleiro demonstrou concentração em um jogo marcado por tensão. Em eliminatórias, sobreviver a um dia ofensivamente abaixo da média pode ser tão importante quanto jogar bem. Agora, a equipe precisa aproveitar o resultado fora e confirmar a vaga em São Paulo.
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