O Palmeiras recusou uma investida do Aston Villa por Allan e deixou claro que não pretende negociar o atacante nesta janela. O clube inglês sinalizou uma operação de 30 milhões de euros, aproximadamente R$ 175 milhões na cotação divulgada na negociação.
Como seria a proposta?
O pacote previa 25 milhões de euros fixos e mais 5 milhões em bônus. Mesmo diante de um valor elevado, a diretoria alviverde informou que Allan não está à venda.
A decisão considera o calendário. O Palmeiras disputa competições importantes e entende que perder um jogador relevante no meio da temporada poderia custar mais esportivamente do que a receita imediata.
Por que Allan se valorizou?
O atacante ganhou espaço com Abel Ferreira por combinar velocidade, capacidade de romper linhas e participação sem a bola. Aos 22 anos, ainda tem margem para evolução e contrato longo, fatores que permitem ao clube esperar uma nova janela.
Recusar foi a escolha certa?
Financeiramente, R$ 175 milhões é um valor expressivo. Esportivamente, porém, uma reposição imediata com características semelhantes seria difícil. O Palmeiras aposta que a permanência ajuda na briga por títulos e pode manter ou até elevar o preço do jogador.
A posição também envia uma mensagem ao mercado: o clube aceita negociar ativos, mas não pretende desmontar a base do elenco durante a temporada.
Foto: Roberto Sabino/Wikimedia Commons (CC BY 2.0). Fotografia real; apenas recorte e proporção podem ser ajustados pelo tema.

